segunda-feira, 14 de março de 2011

Encruzilhadas

Hoje era um dia frio. Ela estava sozinha, sentada no alto da varanda do seu quarto, com o olhar vago para o mundo. Por alguns instantes, teve a impressão de ver tudo parar. As horas pararam e ela ficou ali, presa aquele momento. Mais que tudo, sentia-se só e perdida em seu próprio reflexo na sociedade. Muitas perguntas passavam por sua cabeça, como "quem eu sou? Por que estou aqui?", e assim ficava, inerte às próprias perguntas sem solução. Procurava, mas ninguém saberia responder. E ninguém saberá a eterna proposta. Então continuava à observar um mundo de preconceitos. E ia, sem saber exatamente para onde, mas ia cumprindo seu destino perante uma sociedade injusta. Quem sabe no fim disso tudo, haveria uma resposta. Ou essa resposta estaria perdida para sempre!


3 comentários:

  1. Ás vezes nos vemos em situações parecidas, como quando nos sentimos confusas e não sabemos quem somos...

    Parabéns, sucesso sempre.
    http://cerejas-envenenadas.blogspot.com/
    Visite-me

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  2. Muito me identifiquei com seu texto. Quantas vezes já me vi na janela olhando pro nada e fazendo as mesmas perguntas...O ideal é não deixarmos o pessimismo responder nossos questionamentos, que o otimismo comece desde as perguntas. Assim poderemos seguir em frente de uma maneira muito mais tranquila.

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  3. No final de tudo, sempre tem uma resposta. Pode acreditar. gostei muito do seu blog e das coisas que tu escreve :)

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